Como exportar para a China

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Exportação de limão no Brasil fatura cerca de R$ 80 milhões ao ano

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Conhecido mundialmente, o limão é bastante versátil, podendo ser usado como tempero em diversos pratos ou na preparação de sobremesas e sucos, mas, o produto não se destaca apenas na culinária. Ele é expressivo também para a economia brasileira. Na última década, a exportação do limão dobrou no País, representando um faturamento de cerca de R$ 80 milhões ao ano.

O estado de São Paulo é o principal produtor e exportador da fruta, seguido por Bahia e Minas Gerais. “O Brasil é um dos maiores produtores mundiais do limão Tahiti e o maior exportador da fruta à União Europeia”, afirma Jeferson Boschetti, Sales Manager & Fresh/Frozen Specialist da DC Logistics Brasil.

Diversos produtores estão aderindo à exportação do produto, considerando um cenário bastante promissor. Na DC Logistics Brasil, a exportação do limão representa cerca de 30% do total de cargas refrigeradas exportadas pela empresa.

Boschetti comenta que os principais países para onde o limão é exportado são Holanda, Espanha, Inglaterra, Emirados Árabes e França. A União Europeia e diversos outros países aumentaram a demanda pelo limão brasileiro nos últimos anos, tornando o Brasil mais competitivo no cenário internacional. “A alta competitividade do produto se deve à produção brasileira elevada, boa qualidade, favorecida pelo clima tropical e os preços”, ressalta Boschetti.

O especialista em comércio exterior ainda comenta que, durante 52 semanas do ano, há exportações de limão na empresa, sendo que, de dezembro a maio, a demanda é maior. Com período de safra entre junho e agosto, dependendo das condições climáticas, principalmente as chuvas, o cenário pode ser alterado.

Os cuidados específicos na hora de transportar o produto garantem a qualidade ao consumidor final. Os limões devem ser transportados em contêineres refrigerados entre 7 e 9 graus, com ventilação entre 25 e 30 cbm/h e umidade entre 80 e 85 por cento. Exceto nas exportações aos Emirados Árabes, que geralmente compram limões de dimensões menores, podem ser transportados a uma temperatura de 6 graus”, explica Boschetti.

A exportação do limão brasileiro auxilia a economia, gera empregos e competitividade no mercado internacional, portanto, o limão pode ser considerado um grande aliado do comércio brasileiro”, finaliza Jeferson Boschetti, Sales Manager & Fresh/Frozen Specialist da DC Logistics Brasil.

Sobre a DC Logistics Brasil

A DC Logistics Brasil teve início em 1994, quando se consolidou atuando no gerenciamento logístico do transporte internacional. A DC propõe soluções diferenciadas, trabalhando em escala nacional e contando com 12 escritórios próprios espalhados pelo Brasil, o que proporciona mais agilidade e influi em importantes ligações entre os principais polos logísticos nacionais e internacionais.

Fonte: Presse.inf.br

Aumenta o volume de importação

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O coeficiente de penetração das importações, que mede a participação dos produtos importados no consumo nacional, aumentou 1,3 ponto percentual em relação a 2017 e alcançou em 18,4% em 2018, o maior nível desde 2011.

Podemos considerar que fortalecimento da economia gera maior demanda por produtos e grande parte desta demanda é suprida por produtos importados, principalmente bens de consumo e manufaturados.

Por outro lado o custo Brasil ainda é um fator que prejudica as indústrias nacionais que sofrem com a alta carga tributária, encargos trabalhistas e custos de produção.

 

Importação de relógios: não precisa mais de selo fiscal

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INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1883, DE 11 DE ABRIL DE 2019

DOU de 12/04/2019, seção 1, página 58

Extingue a obrigatoriedade de utilização do selo de controle nos relógios de pulso e de bolso de que dispõe a Instrução Normativa RFB nº 1.539, de 26 de dezembro de 2014.

O SECRETÁRIO ESPECIAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 327 do Regimento Interno da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 430, de 9 de outubro de 2017, e tendo em vista o disposto no art. 46 da Lei nº 4.502, de 30 de novembro de 1964, no art. 33 do Decreto-Lei nº 1.593, de 21 de dezembro de 1977, no art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, no art. 13 da Lei nº 12.995, de 18 de junho de 2014, e nos arts. 284 a 322 do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010, resolve:

Art. 1º Fica extinta a obrigatoriedade de utilização do selo de controle nos relógios de pulso e de bolso classificados nas posições 9101 e 9102 da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (TIPI), aprovada pelo Decreto nº 8.950, de 29 de dezembro de 2016.

Art. 2º Os estabelecimentos fabricantes, importadores e os adquirentes em licitação promovida pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB) dos relógios de pulso e de bolso a que se refere o art. 1º terão o prazo de 30 (trinta) dias, contado da data de publicação desta Instrução Normativa, para efetuar a baixa dos selos em estoque e devolvê-los à unidade fornecedora da RFB, nos termos dos arts. 310 a 313 do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010 – Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados (RIPI).

Art. 3º Fica revogada a Instrução Normativa RFB nº 1.539, de 26 de dezembro de 2014.

Art. 4º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.

MARCOS CINTRA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE