Curso de trader internacional

Curso de Trader Internacional

Você Quer Aprender Intermediar Negócios Internacionais e ter suporte técnico ilimitado pelo WhatsApp?

Então você está no lugar certo!

foto cursos gs

Objetivo: Capacitar o aluno para atuar como trader internacional ou como intermediário em negócios internacionais no papel de (Representante Comercial / Agente / Trader / Broker). O foco deste curso é a área comercial internacional.

Este curso pode ser feito por quem deseja intermediar negócios com (minério de ferro, soja, açúcar, café, milho, cimento, arroz, trigo, etc) ou para quem deseja intermediar negócios com qualquer outro tipo de produto, seja embarcado em grandes navios ou em quantidades menores, embarcadas em containers ou em quantidades menores do que um container.

Porque fazer nosso curso à distância: Nosso curso à distância oferece um grande diferencial em relação aos outros cursos que são oferecidos atualmente no mercado pois o aluno é tratado de forma especial. O professor está sempre em contato com o aluno que receberá atendimento individual e personalizado durante todo o curso. O professor responde e corrige rapidamente todas as dúvidas e exercícios e também oferece orientações através do Whatsapp. O material de aulas é muito completo e de simples entendimento. O aluno recebe dicas e orientações para conseguir alcançar seus objetivos pessoais e profissionais e pode estudar nos dias e horários que quiser.

Material de aulas: Uma apostila impressa que será enviada através dos correios e um CD-ROM com informações complementares. Material de apoio poderá ser enviado por email através do professor. Todo conteúdo do curso, o atendimento, as aulas, o material didático, a metodologia, as vídeo aulas e os exercícios práticos foram todos criados e são sempre atualizados pelo professor para permitir que o aluno aprenda comércio exterior de forma fácil, rápida, divertida e que termine o curso com real capacidade para começar, planejar e gerenciar as atividades na área de comércio exterior, seguindo todos os procedimentos exigidos pela legislação brasileira.

Metodologia: O aluno recebe a apostila impressa e o CD-ROM pelos correios, estuda através do roteiro apresentado na apostila, mantém contato com o professor através de e-mail e Whatsapp, faz e envia os exercícios para correção. Na medida que faz os exercícios receberá informações complementares sobre o tema de estudos. Durante o curso pode fazer quantas perguntas quiser ao professor. O aluno também recebe acesso ao nosso site (com nome de usuário e senha) para poder ter acesso a ferramentas para colocar em prática o conteúdo do curso e para assistir video aulas. O acesso ao site é liberado pelo professor após a confirmação do pagamento, permitindo que o aluno inicie o curso de forma rápida, antes mesmo de receber o material de aulas pelos correios.

Durante o curso pode fazer duas aulas online por voz (com duração de uma hora) usando o Skype. A aula pelo Skype é individual e já está incluída no valor do curso. Depois que o aluno enviar todos os exercícios da apostila irá receber o certificado de conclusão do curso.

Vídeo Aulas: Este curso oferece vídeo aulas que foram gravadas pelo professor e que você poderá assistir no horário e no dia que achar melhor para você.

Certificado: O aluno que entregar todos os exercícios do curso estará apto para receber o certificado de conclusão. Nosso certificado é válido para apresentação em todo território nacional e serve como comprovação de currículo. A GS Educacional é uma empresa muito bem reconhecida, valorizada e premiada no Brasil e no exterior, sendo uma das poucas instituições de ensino no Brasil que já ganhou diversas indicações e premiações.

Contato: Whatsapp: 31 98411.8218

Página oficial do curso: http://www.cursosdecomercioexterior.com.br/trader.htm

Programa do Curso

Incoterms – International Commercial Terms

Versão 2010: EX-WORKS, FCA, CPT, CIP, FOB, FAS, CFR, CIF, DAT, DAP, DDP

Modelo de Havard para Negociações

Técnicas de Negociação baseadas nas seis forças: Pessoas, Interesses, Opções, Critérios, MAANA, Compromisso

Estilos de Negociação

Estilos de Negociação, Modelo Cooperativo x Modelo Competitivo, Abordagem Integrativa e Distributiva

Planejamento e Técnicas de Negociação Internacional

Como Planejar e Preparar um Processo de Negociação, Técnicas de Negociação Internacional

Linguagem Assertiva

Linguagem Assertiva, Como Comunicar de Forma Eficaz, Como desenvolver Alternativas à Negociação de um Acordo

Processo de Negociação Internacional

O Processo de Negociação Internacional, Características Culturais que Influenciam o Processo de Negociação Internacional, Como negociar com base em critérios legítimos e objetivos

Características Culturais que Influenciam no Processo de Negociação Internacional

Como as características de diferentes culturas influenciam no processo de negociação, estudo das características culturais de alguns países.

Modalidades de Pagamento

Pagamento Antecipado, Remessa sem Saque, Cobrança Documentária, Carta de Crédito

Contratos de Afretamento Marítimo

Modalidades de Afretamento de Navios, Termos Técnicos em Contratos de Afretamento Marítimo.

Sistemática do Processo de Intermediação e Negociação do Trader Internacional

Como intermediar e realizar negócios na área de comércio exterior entre empresas localizadas no Brasil e no exterior.

Particularidades das Intermediações de Negócios Internacionais

Orientações e dicas sobre como proceder durantes as intermediações de negócios internacionais, como resguardar o pagamento de comissões, situações que devem ser evitadas, dicas de negociação.

Documentação e Termos Técnicos

Fatura Pro Forma, Fatura Comercial, Packing List, Conhecimento de Embarque, LOI, BCL, FCO, ICPO, Carta de Crédito, Performance Bond, Bid Bond, CPA, NCND, Swift, Hedge, Commodities.

Riscos existentes nos processos de intermediação internacional

Riscos existentes durante o processo de intermediação de negócios internacional, como minimizar os riscos existentes durante o processo de negociação, riscos envolvidos no recebimento de comissões.

Comissões

Como negociar o recebimento de comissões durante o processo de intermediação de negócios internacionais.

Exercícios Práticos

Diversos exercícios práticos envolvendo o conteúdo do curso.

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Importadora optante pelo Simples paga IPI na revenda do produto, diz Receita Federal

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O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso XXV do art. 327 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 430, de 9 de outubro de 2017, e tendo em vista o disposto nos arts. 46 e 51 da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966 – Código Tributário Nacional (CTN), nos arts. 12 e 13 e no caput, nos incisos I e II do § 4º e no § 5º do art. 18 da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006 e no art. 4º da Lei nº 4.502, de 30 de novembro de 1964, e considerando o disposto na Solução de Divergência Cosit nº 4, de 28 de abril, de 2014, declara:

Art. 1º A pessoa jurídica optante pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional) que possuir estabelecimento comercial importador e que dê saída a mercadorias de procedência estrangeira fica equiparada a industrial pela legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Art. 2º A receita de vendas das mercadorias de que trata o art. 1º será tributada conforme o Anexo II da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.

Art. 3º Ficam modificadas as conclusões em contrário constantes em Soluções de Consulta ou em Soluções de Divergência emitidas antes da publicação deste ato, independentemente de comunicação aos consulentes.

JORGE ANTONIO DEHER RACHID

Aprenda Comércio Exterior
whatsapp: 31 98411.8218

Receita Federal não pode cobrar imposto de importação de pessoa física até US$ 100

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A Receita Federal não pode cobrar imposto de importação de produtos comprados pela internet com valor inferior a US$ 100 e destinados a pessoas físicas, ainda que o remetente seja pessoa jurídica.

A decisão é da Turma Recursal da Justiça Federal na Paraíba, que anulou a cobrança feita pela Receita Federal e determinou a liberação do produtor para o comprador.

Lembrando que esta decisão vale apenas para o autor da ação e ainda pode ser questionada em tribunais superiores.

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Receita Federal aprimora o processo de certificação dos intervenientes do Programa OEA

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A Receita Federal publicou hoje (26), no Diário Oficial da União de hoje, a Instrução Normativa RFB nº 1.785, de 2018, decorrente da necessidade de simplificar o processo de certificação dos intervenientes da cadeia logística como OEA e de promover aprimoramentos em alguns procedimentos existentes e na norma relativa ao Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado (Programa OEA).

O Programa OEA consiste na certificação, pela Receita Federal, de diversos intervenientes da cadeia logística que representam baixo grau de risco em suas operações de comércio exterior, tanto em termos de segurança física da carga quanto em relação ao cumprimento de suas obrigações aduaneiras.

Com a sua consolidação e a maturidade alcançada desde o seu lançamento, em 2014, tornou-se necessário simplificar o processo de certificação dos intervenientes da cadeia logística como OEA, no intuito de agilizar o processo de certificação, porém, respeitando a Estrutura Normativa do SAFE da Organização Mundial de Aduanas (OMA), bem como tendo como parâmetro a boa prática internacional, em especial a União Europeia e os Estados Unidos da América.

A nova norma altera a Instrução Normativa RFB nº 1.598, de 2015, sendo que dois temas principais são foco dessa alteração objetivando dar mais celeridade ao processo:

1 –  simplificação de alguns procedimentos existentes e da norma relativa ao Programa Brasileiro de Operador Econômico Autorizado destacando-se:

  1. a) ajustes nos critérios de Elegibilidade, Segurança e Conformidade, reduzindo o escopo de análise e excluindo critérios desnecessários ou redundantes. Nota-se a redução significativa nos critérios de Conformidade, passando de 11 (onze) para 8 (oito);
  2. b) criação de um novo Anexo II, denominado “Objetivos e Requisitos” cujo foco principal é apresentar ao requerente o que é obrigatório em relação a cada critério do Programa, trazendo mais transparência ao processo e permitindo que todos os interessados saibam exatamente o que será avaliado no processo de certificação;
  3. c) a descontinuidade do Relatório Complementar de Validação (RCV), sendo substituído pelo gerenciamento de riscos nos moldes da ISO 31.000, que já é de amplo conhecimento por parte das empresas brasileiras; e
  4. d) a possibilidade de certificação mais rápida através do histórico do interessado e da possibilidade de dispensa de validação de alguns critérios durante a análise do pleito, sem perder, entretanto, qualidade ou controle do processo.

2 – descentralização da execução das atividades relativas à certificação e ao monitoramento dos OEA, por meio da criação das Equipes de Gestão de Operador Econômico Autorizado, em 7 (sete) Centros Regionais localizados em algumas Regiões Fiscais.

Nesse aspecto, tem-se que à época do lançamento do Programa OEA buscou-se otimizar os recursos humanos da Receita Federal, formando um corpo de excelência no tocante ao assunto OEA e criando uma estrutura concisa, com gestão centralizada no âmbito da Coordenação-Geral de Administração Aduaneira (Coana) e execução por meio de trabalho remoto para atender às necessidades do Programa e da sociedade.

Entretanto, com o grande interesse por parte das empresas, demonstrado pela quantidade de empresas já certificadas (148) e de pedidos de certificação em análise (192), conclui-se que a estrutura antes pensada precisava expandir e ramificar. Ademais, considerando a dimensão do país e a existência de estruturas operacionais da Receita Federal em todos os estados brasileiros, após estudos de viabilidade, decidiu-se por descentralizar toda a atividade operacional de certificação e monitoramento das empresas OEA, saindo da competência o Órgão Central, especificamente a Coana, e passando para equipes específicas localizadas em algumas Regiões Fiscais.

Assim, com a publicação do novo Regimento Interno da RFB, foram criadas as seguintes Equipes de Gestão de Operador Econômico Autorizado (EqOEA):

  1. a)        Alfândega do Porto de Manaus;
  2. b)        Alfândega de Recife;
  3. c)        Alfândega de Belo Horizonte;
  4. d)        Alfândega do Aeroporto Internacional de Viracopos;
  5. e)        Alfândega do Porto de Santos;
  6. f)        Delex São Paulo; e
  7. g)        Alfândega de Curitiba.

Para garantir a uniformidade de procedimentos em todos os centros regionais, a gestão do programa OEA caberá à recém-criada Divisão de Gestão de Intervenientes no Comércio Exterior (Digin).

Fonte: Comex do Brasil – www.comexdobrasil.com

(*) Com informações da Receita Federal

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