Habilitação no Radar e no Siscomex: como funciona

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Muitas pessoas desejam habilitar a empresa no RADAR e ficam se perguntando, como o processo é feito?

Quais são as modalidades de habilitação?

Então vou escrever rapidamente um artigo para ajudar a esclarecer alguns detalhes importantes:

QUAIS SÃO AS MODALIDADES EXISTENTES?

As modalidades são habilitação pessoa física e pessoa jurídica.

Para PESSOA JURÍDICA quais são as SUBMODALIDADES?

1- Expressa: importações até US$ 50.000 a cada 6 meses e exportações ILIMITADAS.

2- Limitada: importações até US$ 150.000 a cada 6 meses e exportações ILIMITADAS.

3- Ilimitada: importações ILIMITADAS e exportações ILIMITADAS.

EM QUAIS DELAS HAVERÁ VERIFICAÇÃO DA CAPACIDADE FINANCEIRA DA EMPRESA?

Apenas na LIMITADA e ILIMITADA.

QUALQUER EMPRESA PODE CONSEGUIR UM RADAR EXPRESSO?

Sim, até o MEI Microempreendedor individual consegue.

QUEM ESTARÁ HABILITADO NO SISCOMEX?

Inicialmente será o responsável legal pela empresa e posteriormente o representante legal (normalmente despachante aduaneiro).

EXISTE ALGUM CURSO ONLINE PARA ME ENSINAR A FAZER A HABILITAÇÃO DA EMPRESA?

Tem sim.

Conheça neste link:

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PARA IMPORTAR PELOS CORREIOS OU REMESSA EXPRESSA PRECISO DO RADAR?

Não precisa.

O PROCEDIMENTO DE HABILITAÇÃO É FÁCIL DE SER FEITO?

Posso dizer que não é fácil e nem complicado. Fica no meio termo.

Então é isso aí pessoal!

Espero que o artigo tenha ajudado a esclarecer alguns pontos importantes e se quiser mais informações entre em contato!

Um abraço!

Professor Henrique Mascarenhas

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Empresas projetam crescimento de 5% no comércio exterior em 2019

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As eleições presidenciais deste ano no Brasil deixaram os empresários apreensivos em relação ao que aconteceria na economia brasileira e de que forma isto afetaria os negócios internacionais. Mas, uma recente pesquisa feita pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC) apontou que 90% das empresas espera um crescimento de aproximadamente 5% nas relações internacionais do próximo ano.

O diretor da DC Logistics Brasil, Guilherme Mafra, avalia que de janeiro a outubro de 2018, houve uma retomada gradativa dos negócios, em relação ao ano anterior, pois, de fato a economia está se recuperando. “Mas as incertezas pré-eleições haviam represado investimentos. Muitos destes começaram a ser definidos em novembro, aumentando significativamente os negócios no fim do ano” afirma Mafra.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), na primeira semana de dezembro de 2018, a balança comercial registrou superávit de US$ 2,019 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 5,667 bilhões e importações de US$ 3,649 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 225,635 bilhões e as importações, US$ 171,957 bilhões, com saldo positivo de US$ 53,677 bilhões.

As expectativas são positivas, pois, o novo governo prevê menor intervenção no mercado, o que incentiva os investimentos e a geração de empregos. “Isso abre um ciclo virtuoso de aumento de demanda e oferta. Mais produtos e insumos serão importados para suprir esta demanda, e a competitividade que as empresas irão adquirir com a escala em suas produções, aumentará as exportações”, ressalta Mafra.

Relações internacionais

Segundo dados divulgados pela Organização Mundial do Comércio (OMC), em 2018 o Brasil foi o país que mais adotou medidas para abrir seu mercado para produtos estrangeiros. No total, foram adotadas 16 medidas para facilitar o comércio, incluindo reduções de tarifas de importação, suspensão de algumas barreiras e incentivos para exportadores. Em certos casos, os impostos de importação foram eliminados, como no caso de vacinas e outros remédios. Produtos químicos, bens de capital e outros setores também foram beneficiados. “Com certeza estas medidas darão um incentivo a mais para as empresas, porém, o Brasil deve investir na diminuição de burocracias que não agregam valor e causam custos desnecessários ao consumidor e aos empresários”, comenta Mafra.

Correntes de comércio

Hoje a maior corrente de comércio do Brasil é com a China. Em seguida vem os Estados Unidos com números semelhantes. Há chance destas posições se inverterem, devido ao maior alinhamento do presidente eleito com o atual presidente americano. “Isso tem um efeito estratégico positivo para o Brasil. Os demais mercados provavelmente manterão suas correntes, em aumento proporcional aos 5%”, ressalta Guilherme.

Expectativa

A DC Logistics Brasil está bem estruturada e com energia para continuar inovando tanto na oferta de serviços, quanto na maneira com que nos relacionamos com o mercado. “Estamos confiantes e animados com um ano que promete grandes resultados”, finaliza o diretor Guilherme Mafra

Fonte: Presse.inf.br

Páscoa de 2019 movimentará setor logístico nos próximos meses

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O ano ainda nem terminou e a páscoa do ano que vem já está movimentando o setor logístico.

 

No Brasil, esta época dá início aos pedidos de importação de pescados e de exportação chocolates, de diferentes regiões do mundo para que cheguem a tempo da páscoa. Conforme explica Paulo Espíndola, Pricing Manager, da DC Logistics Brasil, geralmente, os pedidos são feitos entre novembro e dezembro, para serem embarcados no início do ano, permitindo o tempo de transporte sem problemas, que leva em torno de 40 dias, dependendo da região.

 

Segundo dados divulgados recentemente pelo Porto de Itajaí (SC), em outubro, houve um aumento de 82% na movimentação total de cargas, e segundo eles, a tendência para o final deste ano é um crescimento geral de 2% no complexo e 85% na APM Terminals.

 

Movimentação de cargas

 

O transporte marítimo é o mais utilizado para transportar o chocolate e o pescado. Ambos os produtos devem ser transportados em contêineres refrigerados e adequados, garantindo a higiene e segurança do produto. “Quando chegam ao destino, os produtos são distribuídos para diversas regiões. É um processo minucioso e delicado já que estamos trabalhando com alimento perecível e precisamos levar a garantia e qualidade ao consumidor final”, afirma Paulo.

 

Importação de pescados

 

Apesar do grande potencial de pesca do Brasil, cerca de 60% dos peixes consumidos são oriundos de países da América do Sul, Ásia e Europa.

 

Os peixes mais importados pelos brasileiros são salmão, polaca, peixe-panga e bacalhau, todos de diferentes regiões do mundo. No Porto de Itajaí (SC), até outubro o principal produto importado foi o pescado com, 50,4%.

 

Exportação de chocolates

 

Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), até setembro de 2018 a exportação de chocolates do Brasil somou o equivalente a US$129,84 milhões, o que representa uma alta de 77,7% em relação à receita observada no mesmo período de 2017 (US$73,06 milhões). O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de chocolates e, de acordo com o Ministério da Agricultura, o chocolate brasileiro chega a mais de 100 países em todos os continentes do mundo.

 

Fonte: presse.inf.br

Perspectivas para a economia em 2019

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Fecomércio MG avalia que principais indicadores conjunturais manterão trajetória
de recuperação e comércio internacional poderá se desenvolver ainda mais

O ano de 2019 começa em menos de um mês, com grandes expectativas acerca da condução da política econômica brasileira. Após um período de recessão, seguido por um 2017 e um 2018 de lenta retomada do crescimento, a perspectiva é de que a recuperação possa ser acelerada, caso o novo governo consiga implementar as reformas tão debatidas nos últimos anos e ao longo do período eleitoral. No caso do comércio internacional, espera-se uma postura mais liberal do Brasil, possibilitando incremento das importações e desenvolvimento de novos mercados para as exportações.

As análises são do economista da Fecomércio MG, Guilherme Almeida, e do professor de Comércio Exterior e Negócios Internacionais da GS Educacional, Henrique Mascarenhas, parceiro da Federação. “Em 2017, observamos uma melhoria generalizada nos indicadores macroeconômicos relacionados ao consumo. Inflação baixa e consequente crescimento da massa salarial real, juros em queda e retomada do emprego, ainda que de forma moderada, foram ingredientes importantes para fomentar a volta do consumo das famílias. No próximo ano, devemos manter o mesmo ritmo, embora haja potencial para uma aceleração. Isso será ditado pela confiança das empresas e consumidores”, resume Almeida.

Veja alguns pontos destacados pelos especialistas da entidade:

  • Reformas: a implementação de reformas serão fundamentais para melhorar a situação das contas públicas e, consequentemente, gerar mais confiança para o país. A principal delas é a da Previdência, pois é estrutural, ou seja, independentemente do mérito em relação a como as mudanças serão realizadas, é a Previdência que comporta os maiores gastos do governo, situação que irá piorar nos próximos anos;
  • Inflação: está sob controle, atualmente, em função da redução do consumo. À medida que o volume de compras for aumentando em 2019, isso irá pressionar a inflação. No entanto, a projeção é de que a política monetária do Governo Bolsonaro seja semelhante à atual, mantendo as metas para o IPCA e a taxa básica de juros (Selic) como instrumento de controle dos preços;
  • Emprego: apresenta uma expansão ainda muito fraca, com uma grande ociosidade na indústria. A geração de postos de trabalho deve continuar melhorando e até ser ampliada, se investimentos de grandes empresas, aguardados para o próximo ano, forem confirmados;
  • Mercado financeiro: esperava-se que deslancharia após o período eleitoral, com a Bolsa de Valores ultrapassando os 100 mil pontos, o que não ocorreu. As incertezas sobre o futuro ainda deixam os investidores inseguros e, consequentemente, o mercado financeiro muito volátil. É preciso fortalecer os fundamentos econômicos para garantir a retomada de investimentos e de IPOs;
  • Varejo: manterá o desempenho favorável, com previsão de crescimento entre 4% e 5%, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), assim como em 2018. O ritmo será ditado pela confiança na economia;
  • Cenário externo: as divergências entre os governos dos Estados Unidos e da China, grandes parceiros comerciais do Brasil, podem influenciar os preços internacionais. Por outro lado, a equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro tem postura mais liberal com relação à abertura para o mercado externo, com reflexos nas:
  • Importações: existe uma sinalização de redução de barreiras e tarifas para a compra de vários produtos em outros países. Aliado à queda do dólar, a abertura possibilitará um incremento das importações. Isso contribui para a redução da inflação no Brasil, pois aumenta a competitividade no comércio.
  • Exportações: o novo governo também fala em novos acordos comerciais, a fim de reduzir a dependência do Brasil das vendas para o Mercosul. Entretanto, é preciso atenção ao mal-estar gerado com a China e com países árabes, em função de declarações polêmicas, que podem afetar diretamente diversas empresas exportadoras.

Fonte: FECOMÉRCIO MG