Como desenvolver parcerias na área de comércio exterior

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Benefícios do networking na área de comércio exterior

A área de comércio exterior é repleta de oportunidades, sejam elas nas áreas de importação, exportação, consultoria, intermediação de negócios, logística, despacho aduaneiro, direito aduaneiro, inspeção de produtos, área fiscal e tributária, notícias, cursos e treinamentos, câmbio, siscoserv e também podemos considerar a área de controle de fiscalização (para quem trabalha nos órgãos do governo), além de outras áreas.

Para quem está começando agora ou para quem já atua nesta área a mais tempo, o desenvolvimento de uma rede de contatos também conhecida como networking será muito importante e valiosa durante toda sua vida profissional.

Esta rede de contatos permite a troca de informações e conhecimentos, ajuda no desenvolvimento de novos negócios e também ajuda durante a prestação do nossos serviços.

Vamos citar alguns exemplos:

1- Um consultor tem seus clientes mas não faz diretamente o processo de despacho aduaneiro, nem cuida da parte de logística ou de câmbio, então o consultor pode fazer parceria com um despachante aduaneiro, com um agente de cargas e com uma corretora de câmbio e desta forma poderá oferecer toda uma gama de serviços aos seus clientes e ainda poderá receber uma comissão dos parceiros por isto. Lembrando que mesmo que o consultor não receba nenhuma comissão pelas indicações, o cliente ficará satisfeito e o consultor terá um cliente fiel por muito tempo.

2- O agente de cargas faz parceria com o despachante aduaneiro pois este tem clientes que precisam de cotações de frete e o agente de cargas poderá atender estas demandas que chegam através do despachante, podendo repassar ao despachante uma comissão pelas indicações.

3- Advogado tem parceria com um consultor e despachante aduaneiro e quando acontece algum problema no âmbito jurídico o consultor e o despachante poderão encaminhar e indicar clientes ao advogado.

4- Corretora de câmbio tem parceria com consultor e despachante e estes indicam clientes que precisam fechar câmbio para a corretora.

5- Profissional especializado em registros no Siscoserv faz parceria com despachante aduaneiro e com consultor para poder receber indicações de clientes que precisam de fazer o registro no Siscoserv.

Estes são apenas alguns exemplos que podemos citar e que funcionam na prática.

Outra grande vantagem de participar de uma rede de contatos / networking é a troca de informações, experiências e conhecimentos o que nos ajuda a manter atualizados e também nos oferece suporte e apoio em momentos importantes, como em situações práticas que acontecem no dia a dia.

Existem várias formas de desenvolver esta rede contatos, podemos citar as redes sociais, os grupos no whatsapp, a participação em eventos de comércio exterior, participação em cursos e treinamentos, os contatos que desenvolvemos no dia a dia, além de outras situações.

Lembrando também que precisamos desenvolver uma rede de contatos confiável pois não basta apenas ter contato com profissionais, precisamos ter contato com profissionais capacitados, que realmente entendem de comércio exterior e que são destaques em suas funções, além de serem profissionais com os quais desenvolvemos confiança e amizade com o passar do tempo. São aqueles que de fato podemos contar quando precisamos e não apenas mais uma pessoa na sua agenda ou um número e nome que foram registrados no seu celular.

Busque construir relacionamentos profissionais sinceros, genuínos e verdadeiros, faça mais do que contatos profissionais, faça novos amigos que poderá conversar, trocar idéias, desenvolver parcerias e contar quando precisar.

Fica esta dica!

Um abraço a todos!

Professor Henrique Mascarenhas

GS Educacional – Cursos e Consultoria em Comércio Exterior

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Alterações na legislação que trata de Admissão Temporária

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INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.827, DE 30 DE AGOSTO DE 2018

Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.600, de 14 de dezembro de 2015, que dispõe sobre a aplicação dos regimes aduaneiros especiais de admissão temporária e de exportação temporária.

O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 327 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 430, de 9 de outubro de 2017, e tendo em vista o disposto na Lei nº 9.474, de 22 de julho de 1997, e no art. 355 do Decreto nº 6.759, de 5 de fevereiro de 2009 – Regulamento Aduaneiro, resolve:

Art. 1º A Instrução Normativa RFB nº 1.600, de 14 de dezembro de 2015, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 4º …………………………………………………………………………

………………………………………………………………………………………

XIV – bens relacionados com a visita de dignitários estrangeiros;

XV – bens integrantes de bagagem desacompanhada de estrangeiro que ingressar no País com visto temporário; e

XVI – veículos terrestres de propriedade de solicitante de refúgio no Brasil, nos termos da Lei nº 9.474, de 22 de julho de 1997.

…………………………………………………………………………….” (NR)

“Art. 10. ……………………………………………………………………….

……………………………………………………………………………………..

II – bens consumidos, no caso de que trata o art. 21, cujo prazo de vigência do regime será o prazo do evento ou operação, acrescido de 30 (trinta) dias, para fins de sua extinção;

III – equídeos importados para participação em competições turfísticas, de hipismo e pólo, exposições e feiras, e espetáculos circenses, cujo prazo de vigência do regime será o prazo do evento, acrescido de, no máximo, 60 (sessenta) dias, para fins de sua extinção; e

IV – veículos terrestres referidos no inciso XVI do art. 4º, cujo prazo de vigência do regime será de 18 (dezoito) meses, prorrogável, uma única vez, por mais 18 (dezoito) meses, mediante solicitação, observado o disposto no § 3º do art. 36-A.” (NR)

“Art. 19. O despacho aduaneiro de admissão temporária dos bens previstos nos incisos I a IX e XVI do caput do art. 4º poderá ser efetuado com base na DSI formulário de que trata o art. 4º da Instrução Normativa SRF nº 611, de 18 de janeiro de 2006, com formação de dossiê digital de atendimento.

…………………………………………………………………………….” (NR)

“Art. 68. ………………………………………………………………………..

§ 2º No caso de aeronaves, poderá ser autorizada movimentação para o exterior, mediante apresentação de cópia da General declaration à unidade da RFB que concedeu o regime.

…………………………………………………………………………….” (NR)

“Art. 86. ………………………………………………………………………..

Parágrafo único. No caso de aeronaves, poderá ser autorizada movimentação para o exterior, mediante apresentação de cópia da General declaration à unidade da RFB que concedeu o regime.” (NR)

Art. 2º A Seção VI da Instrução Normativa RFB nº 1.600, de 2015, passa a vigorar acrescida da seguinte Subseção:

“Subseção VIII

Dos Veículos Terrestres de Propriedade de Solicitante de Refúgio

“Art. 36-A. Serão submetidos ao regime de admissão temporária com suspensão total do pagamento de tributos os veículos terrestres de propriedade de solicitante de refúgio, matriculados em país limítrofe, conforme previsto no inciso XVI do art. 4º.

§ 1º Considera-se solicitante de refúgio a pessoa assim identificada nos termos da Lei nº 9.474, de 1997.

§ 2º Para o deferimento do regime, será exigida a seguinte documentação:

I – protocolo emitido pelo Departamento de Polícia Federal em favor do solicitante de refúgio, previsto no art. 21 da Lei nº 9.474, de 1997, que autoriza a sua estada no País até a decisão final do processo;

II – comprovante de propriedade do veículo; e

III – comprovante de inscrição do solicitante de refúgio no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

§ 3º A vigência do regime fica condicionada à manutenção da condição de solicitante de refúgio, que perdurará até a data da ciência da decisão que denegar a solicitação de refúgio ou que reconhecer a condição de refugiado, observado o prazo estabelecido no inciso IV do art. 10.

§ 4º Na hipótese prevista no § 3º, o solicitante deverá providenciar a extinção do regime no prazo de 30 (trinta) dias, contado da data de ciência da decisão.”

Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.

JORGE ANTONIO DEHER RACHID

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Especialista aponta que a desburocratização de processos é indispensável para o crescimento do comércio exterior no próximo ano

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Foto por Sascha Hormel em Pexels.com

Especialista aponta que a desburocratização de processos é indispensável para o crescimento do comércio exterior no próximo ano

As eleições presidenciais em outubro deste ano no Brasil exigem planejamento para enfrentar os desafios do comércio exterior no próximo ano.

O presidente da DC Logistics Brasil, Ivo Mafra, avalia que algumas propostas dos atuais candidatos brasileiros indicam querer um país melhor, outros, continuam com programas iguais ao dos últimos 16 anos, que já provaram ser ineficientes. “O comércio exterior crescerá se tivermos um governo que desburocratize mais e aplique melhor isonomia econômica”, afirma.

Na última pesquisa feita pela CNI acerca das estatísticas do comércio exterior no Brasil, os dados são bastante expressivos: 39% das empresas utilizam insumos importados, 40% concorrem com insumos importados, 42% esperam aumentar a participação das exportações no seu faturamento bruto e 32% das empresas apontam a burocracia como maior dificuldade para aumentar as exportações ou começar a exportar.

O melhor caminho para se obter avanços no comércio exterior é a conquista da abertura de mercados. Junto com o trabalho de prospecção de novos mercados, é necessário ter maior produtividade, inovação e menores custos. O Brasil está atrasado nestes quesitos. Mafra ressalta que, o Brasil tem uma burocracia pesada que não agrega valor e causa custos desnecessários ao consumidor brasileiro. A melhor maneira de aumentar o intercâmbio de mercadorias e os serviços de empresas brasileiras com outros países, seria a desburocratização dos processos. “Temos burocracias excessivamente regradas pelo Estado, que resultam em maiores custos para todos. Algumas medidas como a declaração única de exportação e importação apontam para uma melhoria”, afirma.

Além dos custos elevados e da demora na liberação das mercadorias para o exterior, são exigidos até 26 tipos de documentos no processo exportador marítimo e 15 no transporte terrestre. No Brasil, num processo de exportação, a razão social do exportador precisa ser indicada 17 vezes, ou seja, em 17 documentos; o endereço, 16 vezes; e a NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul), dez vezes, segundo dados da CNI.

O Brasil tem um grande potencial de desenvolvimento dentro do comércio exterior, até a terceira semana de agosto, cresceu 8,1% na exportação (US$ 148 bilhões) e 21% na importação (US$ 111 bilhões), com saldo de US$ 36 bilhões. “Provavelmente deve ultrapassar a meta estabelecida no início do ano, de US$ 50 bilhões. Para 2019, as empresas devem criar economia em escala, flexibilidade, trabalhar com uma cadeia logística confiável, interagir melhor com os mercados globais, investir em automação e produtividade e, ter uma performance com consciência ecológica”, afirma Mafra.

Tecnologia

Além dos quesitos apresentados, é fundamental que as empresas estejam atentas ao quesito tecnologia. Mafra ressalta que, o comércio exterior vem crescendo e se desenvolvendo tecnologicamente. É fundamental que a tecnologia permita o controle preciso das operações e também, o gerenciamento de todo o processo de importação, exportação, câmbio e transmissão de arquivos. Sendo que, tudo isto deve ser realizado em integração com o software de gestão, evitando falhas de comunicação e maior segurança na entrega.

“Os avanços tecnológicos aumentam a eficiência, transparência e velocidade de decisões. Regras internas do país devem acompanhar estes avanços, criando maior valor agregado”, afirma.

Mafra conclui que “as perspectivas para o próximo ano são promissoras e todos devem fazer sua parte, empresas e Estado, assim, com certeza o Brasil tem uma grande chance de alavancar dentro do comércio exterior”.

Usando a DC Logistics Brasil como exemplo, Ivo Mafra, afirma que “A empresa está há 24 anos em processo de melhoria contínua e, para 2019 conta com um planejamento estratégico que traça  metas de crescimento e estamos confiantes no aumento de nossa participação no mercado em 2019”, afirma.

Fonte: http://www.presse.inf.br

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Benefícios do networking na área de comércio exterior

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Benefícios do networking na área de comércio exterior

A área de comércio exterior é repleta de oportunidades, sejam elas nas áreas de importação, exportação, consultoria, intermediação de negócios, logística, despacho aduaneiro, direito aduaneiro, inspeção de produtos, área fiscal e tributária, notícias, cursos e treinamentos, câmbio, classificação fiscal, Siscoserv e também podemos considerar a área de controle de fiscalização (para quem trabalha nos órgãos do governo), além de outras áreas.

Para quem está começando agora ou para quem já atua nesta área a mais tempo, o desenvolvimento de uma rede de contatos também conhecida como networking será muito importante e valiosa durante toda sua vida profissional.

Esta rede de contatos permite a troca de informações e conhecimentos, ajuda no desenvolvimento de novos negócios e também ajuda durante a prestação do nossos serviços.

Vamos citar alguns exemplos:

1- Um consultor tem seus clientes mas não faz diretamente o processo de despacho aduaneiro, nem cuida da parte de logística ou de câmbio, então o consultor pode fazer parceria com um despachante aduaneiro, com um agente de cargas e com uma corretora de câmbio e desta forma poderá oferecer toda uma gama de serviços aos seus clientes e ainda poderá receber uma comissão dos parceiros por isto. Lembrando que mesmo que o consultor não receba nenhuma comissão pelas indicações, o cliente ficará satisfeito e o consultor terá um cliente fiel por muito tempo.

2- O agente de cargas faz parceria com o despachante aduaneiro pois este tem clientes que precisam de cotações de frete e o agente de cargas poderá atender estas demandas que chegam através do despachante, podendo repassar ao despachante uma comissão pelas indicações.

3- Advogado tem parceria com um consultor e despachante aduaneiro e quando acontece algum problema no âmbito jurídico o consultor e o despachante poderão encaminhar e indicar clientes ao advogado.

4- Corretora de câmbio tem parceria com consultor e despachante e estes indicam clientes que precisam fechar câmbio para a corretora.

5- Profissional especializado em registros no Siscoserv faz parceria com despachante aduaneiro e com consultor para poder receber indicações de clientes que precisam de fazer o registro no Siscoserv.

Estes são apenas alguns exemplos que podemos citar e que funcionam na prática.

Outra grande vantagem de participar de uma rede de contatos / networking é a troca de informações, experiências e conhecimentos o que nos ajuda a manter atualizados e também nos oferece suporte e apoio em momentos importantes, como em situações práticas que acontecem no dia a dia.

Existem várias formas de desenvolver esta rede contatos, podemos citar as redes sociais, os grupos no whatsapp, a participação em eventos de comércio exterior, participação em cursos e treinamentos, os contatos que desenvolvemos no dia a dia, além de outras situações.

Lembrando também que precisamos desenvolver uma rede de contatos confiável pois não basta apenas ter contato com profissionais, precisamos ter contato com profissionais capacitados, que realmente entendem de comércio exterior e que são destaques em suas funções, além de serem profissionais com os quais desenvolvemos confiança e amizade com o passar do tempo. São aqueles que de fato podemos contar quando precisamos e não apenas mais uma pessoa na sua agenda ou um número e nome que foram registrados no seu celular.

Busque construir relacionamentos profissionais sinceros, genuínos e verdadeiros, faça mais do que contatos profissionais, faça novos amigos que poderá conversar, trocar idéias, desenvolver parcerias e contar quando precisar.

Fica esta dica!

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Importação por conta e ordem e drawback

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Foto por rawpixel.com em Pexels.com

Portaria da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) permite que empresas brasileiras possam se beneficiar da importação por conta e ordem de terceiros na modalidade isenção do regime de drawback, que consiste na desoneração de tributos incidentes sobre compras realizadas para reposição do estoque de insumos anteriormente utilizados na industrialização de produtos exportados.

Antes, apenas as próprias empresas beneficiárias do drawback isenção podiam efetuar as aquisições de insumos do exterior com desoneração tributária, não sendo permitido que esse serviço pudesse ser prestado por uma outra empresa (importadora), que promoveria, em nome do usuário do regime, a operação.

Essa medida, fruto do trabalho desenvolvido no âmbito do grupo criado entre a Secex e a Receita Federal para discutir e propor ações de aperfeiçoamento do regime de drawback, visa aumentar a inserção de micro, pequenas e médias empresas no comércio internacional, pois possibilita a essas firmas, que geralmente não dispõem de uma equipe de especialistas em comércio exterior, usufruírem dos benefícios do drawback.

A medida permite ainda a estas empresas concentrarem as atividades em seus negócios principais, delegando o processo de importação a um intermediário especializado nessas operações. Desse modo, poderão atuar de maneira mais eficiente no mercado e assim aumentar a competitividade de suas exportações.

Neste momento, a importação por conta e ordem será disponibilizada para o drawback isenção. Até junho de 2017 a medida também estará disponível para a modalidade suspensão do regime de drawback.

Para orientar as empresas sobre como operar com a importação por conta e ordem no drawback isenção, a Secex disponibilizou atualização do Manual do Drawback Isenção, contendo instruções detalhadas sobre como o beneficiário do regime poderá utilizar essa nova possibilidade.

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