Habilitação no Radar e no Siscomex: como funciona

foto cursos gs

Muitas pessoas desejam habilitar a empresa no RADAR e ficam se perguntando, como o processo é feito?

Quais são as modalidades de habilitação?

Então vou escrever rapidamente um artigo para ajudar a esclarecer alguns detalhes importantes:

QUAIS SÃO AS MODALIDADES EXISTENTES?

As modalidades são habilitação pessoa física e pessoa jurídica.

Para PESSOA JURÍDICA quais são as SUBMODALIDADES?

1- Expressa: importações até US$ 50.000 a cada 6 meses e exportações ILIMITADAS.

2- Limitada: importações até US$ 150.000 a cada 6 meses e exportações ILIMITADAS.

3- Ilimitada: importações ILIMITADAS e exportações ILIMITADAS.

EM QUAIS DELAS HAVERÁ VERIFICAÇÃO DA CAPACIDADE FINANCEIRA DA EMPRESA?

Apenas na LIMITADA e ILIMITADA.

QUALQUER EMPRESA PODE CONSEGUIR UM RADAR EXPRESSO?

Sim, até o MEI Microempreendedor individual consegue.

QUEM ESTARÁ HABILITADO NO SISCOMEX?

Inicialmente será o responsável legal pela empresa e posteriormente o representante legal (normalmente despachante aduaneiro).

EXISTE ALGUM CURSO ONLINE PARA ME ENSINAR A FAZER A HABILITAÇÃO DA EMPRESA?

Tem sim.

Conheça neste link:

http://www.cursosdecomercioexterior.com.br/cursohabilitacaonoradar.htm

Whatsapp: 31 98411.8218

PARA IMPORTAR PELOS CORREIOS OU REMESSA EXPRESSA PRECISO DO RADAR?

Não precisa.

O PROCEDIMENTO DE HABILITAÇÃO É FÁCIL DE SER FEITO?

Posso dizer que não é fácil e nem complicado. Fica no meio termo.

Então é isso aí pessoal!

Espero que o artigo tenha ajudado a esclarecer alguns pontos importantes e se quiser mais informações entre em contato!

Um abraço!

Professor Henrique Mascarenhas

Anúncios

Planilha de importação

money-finance-bills-bank-notes.jpg

Você tem interesse em entender como elaborar corretamente uma planilha de custos na importação?

Se a resposta é SIM então leia este artigo até o final que ele poderá esclarecer algumas coisas importantes pra você.

Elaborar uma planilha de custos na importação parece ser algo fácil e simples mas não é bem assim. Vou explicar.

Primeiramente você tem que considerar que existem várias formas de fazer uma importação, são elas:

Importa Fácil Correios

Remessas Expressas

Via árera

Via marítima

Via terrestre

Dentro destas possibilidades atualmente temos o regime de tributação simplificado – RTS, o regime de tributação unificado – RTU e o regime de tributação normal sendo que cada regime de tributação abrange um tipo de tributação específico a nível federal, como por exemplo, através do Importa Fácil Correios temos sempre 60% de imposto de importação e dentro do regime de tributação normal para cada código de classificação fiscal de mercadorias (código NCM) temos uma alíquota específica para o imposto de importação.

E além de avaliarmos o regime de tributação que se aplica ao nosso processo também precisamos considerar a carga tributária a nível nacional, sendo que cada estado do Brasil tem seu regulamento do ICMS próprio (RICMS) e cada estado define a base de cálculo e as alíquotas do ICMS para cada produto (NCM). E alguns estados do Brasil como Minas Gerais ainda cobram o ICMS ST – Substituição Tributária de muitos produtos importados e seria necessário saber também base de cálculo e a MVA – Margem de Valor Agregado.

Inclusive já vi planilha de custos na importação sendo distribuidas gratuitamente na internet que possui erro na base de cálculo do ICMS e não considera a base de cálculo de cada estado do Brasil.

E alguns estados como Santa Catarina oferecem regime especial para importação o que deve ser considerado também.

Então agora temos que considerar 3 regimes de tributação a nível federal e o ICMS que varia de acordo com cada estado do Brasil e que tem diversas bases de cálculo.

Se considerarmos apenas o ICMS podemos constatar que uma planilha de importação que seja oferecida de forma offline, ou seja, disponibiliza em um arquivo do EXCEL por exemplo não serve pra calcular corretamente os custos da importação pois esta planilha teria que considerar a base de cálculo e as alíquotas para todos os produtos e para todos os estados do Brasil e ainda deve estar atualizada todos os dias, ou seja, isso é uma tarefa IMPOSSÍVEL para qualquer planilha offline que não é abastecida e atualizada todos os dias. E também devemos lembrar que no regime de tributação normal para cada NCM haverá uma carga tributária específica e também seria necessário atualizar a planilha todos os dias. Então se você recebeu uma planilha em EXCEL ou outro formato que promete calcular milagrosamente, automaticamente e corretamente todos os custos do seu processo de importação, CAIA FORA pois esta planilha NÃO FUNCIONA e vai te passar uma projeção ERRADA dos custos REAIS do seu processo de IMPORTAÇÃO.

E outro detalhe é que a taxa de câmbio muda todo o dia e a planilha precisaria estar com a taxa de câmbio atualizada também.

Então agora temos as seguintes variáveis a considerar:

A planilha teria que abranger 3 regimes de tributação diferentes a nível federal.

A planilha teria que abranger o ICMS de todos os estados do Brasil e suas respectivas alíquotas e bases de cálculos.

A planilha teria que abranger a taxa de câmbio atualizada.

A planilha teria que abranger todas as formas possíveis de se fazer uma importação.

E além dos tributos mais conhecidos que são o II – Imposto de Importação, IPI, PIS, COFINS e ICMS a planilha também deveria considerar a taxa de utilização do Siscomex, o AFRMM – Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante nas importações marítimas, taxa para a acessar o sistema MERCANTE e dependendo do produto ainda deverá considerar o Antidumping, CIDE e Medidas Compensatórias.

E até agora só falei dos tributos e não mencionei as DESPESAS NÃO TRIBUTÁRIAS que variam de acordo com cada modalidade de importação, por exemplo:

Análise de riscos de fornecedor no exterior

Despachante aduaneiro ou despesas com desembaraço aduaneiro pelos Correios ou pelas empresas de remessa expressa

Despesas aeroportuárias

Despesas portuárias (que são muitas)

Frete internacional e nacional

Seguro internacional e nacional

Inspeção de produtos na origem

Despesas bancárias ou despesas relacionadas a pagamentos

Outros tipos de despesas

Está claro até este ponto que para você conseguir relacionar corretamente todas as despesas não tributárias você precisa conhecer bem o tipo de importação que irá realizar e muitas vezes precisará da ajuda de um bom despachante aduaneiro e de um bom agente de cargas para ajudar levantar os custos do seu processo de importação que também vai variar de acordo com o INCOTERM usado no momento da compra junto ao fornecedor no exterior, como por exemplo no INCOTERM EXW você arca com todas as despesas na origem até o destino e no incoterm CIF o fornecedor faz o despacho aduaneiro na origem e contrata o frete e o seguro internacional. Então até isso você precisa conhecer bem pois se está fazendo uma compra EXW e a planilha não considera a composição correta do valor aduaneiro da mercadoria que será a base de cálculo de todos os impostos na importação, já começou tudo errado desde aí.

E finalmente vale lembrar que a planilha será sempre uma ESTIMATIVA e nunca apresentará os valores reais da importação, pelos seguintes motivos:

Você está planejando hoje uma importação que vai acontecer no futuro e no futuro valores de câmbio, frete e de outras despesas podem ou serão alterados.

Então o que quero mostrar com este artigo é que não existe uma planilha de custos na importação que seja simples e milagrosa e que calcula automaticamente tudo que você precisa. A planilha deve servir apenas de referência para você entender as possibilidades de importação e os principais componentes de custos, mas no final você terá que fazer contas e levantar despesas para fazer uma estimativa correta e se não conhecer ou não tiver experiência com importação a chance de você cometer erros e fazer uma estimativa ERRADA é ENORME, então sempre que necessário conte com a ajuda de quem realmente entende do assunto e tem experiência suficiente para estar fazendo isso.

Até breve!

Professor Henrique Mascarenhas

GS Educacional

http://www.cursosdecomercioexterior.com.br

Whatsapp: 31 98411.8218

CHECKLIST NA IMPORTAÇÃO

foto cursos gs

Muitas pessoas quando estão iniciando um processo de importação ficam imaginando quais seriam os principais passos a serem realizados e para ajudar a entender melhor cada etapa criamos um check list da importação, vamos a eles:

FASE 1 – PLANEJAMENTO INICIAL

Antes de começarmos a importar precisamos verificar se realmente vale a pena fazer a importação, então iremos fazer uma análise do ponto de vista financeiro e administrativo começando pelas seguintes etapas:

1- CLASSIFICAÇÃO FISCAL DAS MERCADORIAS

Encontrar a classificação fiscal correta das mercadorias é um passo fundamental.

Se encontrarmos o código de classificação fiscal errado teremos iniciado todo o processo de importação de forma errada pois não saberemos qual a carga tributária correta e se a mercadoria está sujeita a licença de importação ou algum tipo de sobretaxa (como por exemplo antidumping).

O código NCM – Nomenclatura Comum do Mercosul é um código de 8 dígitos que identifica a mercadoria, a carga tributária e os tratamentos administrativos (necessidade de licença de importação). Então precisamos encontrar este código para seguir em frente.

2- LICENÇA DE IMPORTAÇÃO

Se o produto estiver sujeito a licença de importação precisamos saber qual o órgão anuente e quais são os procedimentos e custos para conseguir esta licença.

Exemplo: Brinquedos precisam de licença de importação do INMETRO.

Lembrando que se a mercadoria precisar de licença de importação não poderemos importar pelos correios / Importa Fácil ou remessa expressa, neste caso teremos que habilitar a empresa no Radar / Receita Federal e fazer um processo de importação formal (formal import), normalmente com despachante aduaneiro próprio.

Você até pode usar o frete de alguma empresa de remessa expressa, mas o despacho aduaneiro não será enquadrado nesta modalidade.

3- FORNECEDORES NO EXTERIOR

Precisamos localizar fornecedores confiáveis no exterior e pedir uma cotação formal da parte deles, esta cotação formal é conhecida como fatura proforma (proforma invoice). Na fatura teremos as condições de compra e venda bem detalhadas.

É importante ter conhecimento e experiência para analisar corretamente os dados da fatura pois através dela já poderemos até mesmo descartar um fornecedor ou solicitar diversas alterações.

Também precisamos analisar se o fornecedor é mesmo confiável para evitar tratar com empresas que não são idôneas ou até mesmo com pessoas físicas que estão se passando por pessoas jurídicas no exterior.

4- ESTIMATIVA DE CUSTOS

O próximos passo é fazer uma planilha com a estimativa de custos da importação, considerando a forma de importação a ser feita (correios, remessa expressa, aérea, marítima ou rodoviária). Cada modalidade de importação tem suas particularidades, seus custos e seus riscos.

Na planilha de custos teremos que considerar as principais despesas tributárias e não tributárias como por exemplo:

Exemplo de despesas tributárias

AFRMM – Adicional de frete para renovação da marinha mercante (nas importações marítimas)

COFINS – Contribuição para fins sociais

II – Imposto de importação

ICMS – Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços (estadual)

IPI – Imposto sobre produtos industrializados

PIS – Programa para inclusão social

Exemplo de despesas não tributárias

Armazenagem

Capatazia / Movimentação da carga

Câmbio

Consultoria

Despesas de logística

Despachante aduaneiro / Despacho aduaneiro

Frete

Inspeção de produtos na origem

Seguro

Uma vez concluída esta estimativa de custos e considerando que a importação é mesmo víavel, passaremos para a etapa seguinte que será realizar o processo de importação.

FASE 2 – REALIZAR O PROCESSO DE IMPORTAÇÃO

Aqui nesta etapa precisamos avaliar o seguinte:

1- HABILITAÇÃO DA EMPRESA NO RADAR e do RESPONSÁVEL LEGAL NO SISCOMEX

Dependendo do tipo de importação a ser feita precisaremos de habilitar a empresa no RADAR e o responsável legal no SISCOMEX.

Lembrando que as importações através dos correios e por remessa expressa dentro dos limites estabelecidos por lei não exigem que a empresa tenha esta habilitação.

2- CADASTRO DA EMPRESA NO SISTEMA MERCANTE

Para importações marítimas a empresa precisa estar cadastrada no sistema MERCANTE onde é recolhido o AFRMM.

3- CADASTRO NO SISTEMA IMPORTA FÁCIL DOS CORREIOS

Para empresas que forem importar pelos correios é necessário fazer previamente o cadastro da empresa e do processo de importação e orientar o fornecedor a forma correta de fazer a postagem das mercadorias.

4- DESPACHANTE ADUANEIRO E AGENTE DE CARGAS

Dependendo do tipo de importação a ser feita precisaremos definir um despachante aduaneiro e um agente de cargas.

5- PAGAMENTO AO FORNECEDOR NO EXTERIOR

Dependendo da forma de pagamento exigida pelo fornecedor precisaremos de ter cadastro da empresa junto ao departamento de câmbio do banco ou junto a uma corretora de câmbio.

6- FORNECEDOR NO EXTERIOR

Precisamos orientar o fornecedor sobre a documentação necessária no processo de importação, verificar se a documentação está correta e pedir para corrigir alguns erros quando necessário.

Também precisamos orientar o fornecedor sobre como realizar a marcação correta das caixas e passar algumas orientações sobre o embarque da mercadoria.

Dependendo do tipo de importação a ser feita será necessária a atuação do agente de cargas nesta etapa.

7- EMBARQUE E CONCLUSÃO DO DESPACHO ADUANEIRO

Após o embarque da mercadoria no exterior precisamos acompanhar a chegada da mercadoria no Brasil e o andamento e a conclusão do processo de despacho aduaneiro, com o devido recolhimento dos impostos e pagamento das demais despesas da importação.

8- CONCLUSÃO DA IMPORTAÇÃO

O processo termina com a entrega da mercadoria ao importador e a emissão da nota fiscal de entrada dos produtos.

Espero que este passo a passo / checklist seja útil e ajude a entender melhor quais são as etapas do processo de importação de uma empresa.

Atenciosamente,

Professor Henrique Mascarenhas

GS Educacional

http://www.cursosdecomercioexterior.com.br

Whatsapp: 31 98411.8218

Produtos chineses são bons?

grocery cart with item

Foto por Oleg Magni em Pexels.com

 

Uma revolução no sentimento do consumidor se espalhou pela China. “Made in China” já não significa intrinsecamente barato, inferior e fora de moda.

A respeitável marca chinesa emergiu, e alguns não apenas alcançaram seus rivais estrangeiros mais estabelecidos, mas realmente começaram a superá-los na China e além.
Em 2011, 70% das vendas de smartphones na China eram de três marcas estrangeiras: Nokia, Samsung e Apple. Naquela época, a miríade de fabricantes locais de eletrônicos e marcas domésticas nascentes era pouco mais do que impostores baratos, sem qualidade e simplesmente sem o mesmo status social dos telefones caros e modernos que dominavam o mercado.

Mas agora, sete anos depois, isso mudou. No ano passado, oito das dez maiores marcas de smartphones eram chinesas, com a Huawei e a Xiaomi nos primeiros lugares e marcas locais corroendo rapidamente as duas marcas estrangeiras, Apple e Samsung.

Este ano, a tendência continuou. A Oppo, uma empresa chinesa de alta tecnologia e mídia, tornou-se recentemente a segunda marca de smartphone mais popular na China, cujo crescimento de 67% foi suficiente para impulsioná-la além da Apple.

De acordo com vários relatórios, sete das dez principais marcas de smartphones do mundo são agora chinesas. Isso inclui a Huawei, que não é apenas a principal marca de celulares do continente, mas atualmente ocupa o segundo lugar na Europa e a número três no mundo.

Uma mudança de perspectiva e qualidade

As marcas chinesas não são mais inerentemente desprezadas, como eram há alguns anos atrás. De acordo com um relatório recente, 62% dos consumidores chineses agora preferem as marcas chinesas em detrimento das estrangeiras se a qualidade e o preço são iguais. Cinco anos atrás, teria sido bem menos da metade.
A atribuição dessa drástica reviravolta no sentimento do consumidor se dá por meio de quatro fatores principais:

1 – Muitas marcas chinesas melhoraram drasticamente a qualidade de seus produtos

Este é, de longe, o mais importante impulsionador dessa transição: “Made in China” não é mais “ruim”. Os fabricantes da China inicialmente encontraram seu nicho preenchendo os mercados mundiais com produtos de baixo custo, agora também estão produzindo alguns dos itens mais sofisticados, inovadores e de alta qualidade disponíveis, e o sentimento do consumidor em todo o mundo se ajustou de acordo.

2 – Os consumidores chineses estão cada vez mais confiantes na prova social que vem com marcas nacionais

Marcas estrangeiras não são mais novidade na China. Eles tiveram uma grande presença no país durante a maior parte de uma geração e, para os jovens do jet set do país, marcas internacionais como a Apple e a Starbucks estão em declínio no que diz respeito à sua capacidade de ajudar a exibir sua riqueza, sofisticação e mundanismo.

Elas estão se tornando apenas uma parte normal da paisagem – um punhado de opções para escolher entre muitas outras. Como alguns produtos chineses não são mais funcionalmente inferiores aos seus equivalentes estrangeiros, a base que as marcas internacionais já tiveram está se desgastando rapidamente.

A queda livre da Apple na China – queda de 26% nas vendas até agora este ano – é apenas um exemplo disso. Os consumidores chineses não precisam mais de uma marca estrangeira para mostrar que são legais.

3 – Comprar marcas chinesas é cada vez mais visto como um ato patriótico

O desejo do povo chinês de apoiar marcas chinesas por razões idealistas ou patrióticas também está aumentando rapidamente.

As pessoas se sentirão encorajadas a apoiar uma marca chinesa porque são pessoa chinesas. Se olharmos para 2011, 31% dos consumidores chineses queriam apoiar as empresas chinesas comprando produtos chineses. Apenas um ano depois, foi de 43%. É representativo da rapidez com que os consumidores chineses estão amadurecendo.

4 – O cinema inaugura um renascimento da cultura chinesa

A cultura chinesa contemporânea está sendo ajudada em grande parte pelo crescimento do cinema, que está usando seu poder brando para promover marcas chinesas, semelhante à maneira como Hollywood promove marcas ocidentais como Starbucks e Nike.

Em 2012, 47,6% das bilheterias chinesas eram filmes locais, mas no ano passado isso aumentou para 62%, o que é algo que molda o orgulho nacional e uma preferência por tudo o que é chinês.

Algumas marcas chinesas também costumam ter uma compreensão avançada dos numerosos e complexos mercados de seu país, e são capazes de elaborar estratégias de vendas e características de produtos altamente otimizadas para o local.

O Oppo tornou-se um modelo de exemplo de uma marca chinesa usando campanhas de marketing direcionadas localmente e inovações tecnológicas em seu benefício.

Fonte:

Destino China

Whatsapp: +86 13611996578

https://www.destinochina.com/produtos-chineses-sao-bons/

Qual é a melhor hora para importar?

china chinese city forbidden kingdom

Foto por hitesh choudhary em Pexels.com

Qual é a melhor hora para importar?

Você quer entrar para o ramo da importação, mas está com receio de adquirir determinados produtos por não saber a melhor hora para importar? É compreensível.
Existem épocas boas e ruins para importar certas mercadorias e ter medo de fazer algo que possa vir a dar errado ou proporcionar dor de cabeça é plenamente normal.

Por isso, nesse artigo, vamos comentar sobre os melhores períodos para importação, principalmente de eletrônicos. Fique atento!

O que exatamente faz com que a encomenda atrase?

Muitas pessoas reclamam, criticam, abominam, mas os Correios fazem sim muitas encomendas internacionais, finalizando a importação em território nacional.
Há casos e casos, existem as variantes de um evento ou outro que prejudica os serviços dos Correios, mas no geral, eles não costumam atrasar tanto ou ter problemas mais graves nas entregas.

Atrasos podem ocorrer em quaisquer meios de transporte e importação, mas um fato incontestável é que as encomendas efetuadas recentemente estão muito mais facilitadas e ágeis do que as de antigamente.

A GearBest, a Banggood e demais lojas dão um prazo de aproximadamente 30 a 45 dias que você deve esquecer, uma vez que o tempo mínimo que ultimamente se espera é entre 2 a 3 meses. Muito? Sim!

Mas devemos atentar para um fato muito importante. O atraso não se dá por culpa das lojas e fábricas da China (ou do lugar onde se importou), mas sim, a encomenda atrasa por conta dos Correios.

Seja através da Aliexprees, Ebay, Banggood e outros, qualquer mercadoria comprada no exterior chega ao território brasileiro em aproximadamente 1 semana se for por via aérea. Depois disso é que vem a saga da burocracia da Receita Federal com a documentação e a expedição nos Correios, o que isenta a culpa das lojas na demora.

Qual é a melhor hora para comprar e evitar transtornos?

Abaixo preparamos uma lista com os meses mais vantajosos para efetuar a sua importação. Com isso, você poderá saber em qual período são feitas as maiorias das compras. Nos meses em que há pouco fluxo, obviamente existe uma agilidade maior nos serviços prestados pelos Correios e, inclusive, pela Receita Federal.

Melhores meses para importar

• Março;
• Abril;
• Junho;
• Julho (este é ainda melhor, já que também é o período de férias e as pessoas gastam suas economias com viagens e a quantidade de encomendas fica sendo menor);
• Fevereiro só é bom para sites que não são de fornecedores chineses por conta do ano novo chinês.

Piores meses para importar

• Novembro;
• Dezembro;
• Janeiro;
• Setembro;
• Outubro.

Observações

O ano novo chinês não acontece sempre na mesma época. Para não correr o risco de comprar nesse período e ter a possibilidade de ocorrer algum problema, pesquise antes no Google. O de 2019 cairá em fevereiro; já o de 2020 em janeiro, por exemplo.

Escolher um mês bom não quer dizer que você estará isento de imprevistos e atrasos, ou até mesmo que sua encomenda terá a entrega antecipada. Os meses bons só cercam, em termos, a diminuição de intercorrências desagradáveis com a sua importação, como a conferência problemática na alfândega, ou várias encomendas acumuladas nos Correios.

Fonte:

Destino China

Whatsapp: +86 13611996578

https://www.destinochina.com/qual-e-a-melhor-hora-para-importar-4/