Implantação da MIC-DTA de saída e CE Rodoviário

No próximo dia 07/10/2017, será implantada nova versão da DE Web, MIC-DTA de saída no Sistema Trânsito e CE Rodoviário no Siscomex Carga.

Para as exportações realizadas pela DE Web no modal rodoviário, os transportadores passarão a utilizar os sistemas Trânsito (MIC-DTA de saída) e Siscomex Carga (CE Rodoviário).

Os transportadores rodoviários deverão providenciar habilitação no Siscomex Carga, perfil – TRANSP-ROD, junto a unidade da RFB de sua jurisdição ou do representante estrangeiro, bem como possuir certificação digital para acessar o Siscomex Carga.

Os transportadores de trânsito internacional deverão estar com a habilitação regular junto a ANTT. Deverão ainda, caso não possuam, solicitar habilitação de acesso ao Sistema Trânsito da RFB, perfil – TETI ou TNTI.

Maiores informações sobre a implantação e utilização dos sistemas constam na página de acesso ao Sistema Trânsito.

Fonte: Portal Siscomex – Out / 2017

 

Aprenda Comércio Exterior
whatsapp: 31 98411.8218
Anúncios

Por que contratar um agente de cargas para o transporte marítimo?

Carlos Alexandre Souza

 

Por mais que ferramentas online, softwares e novos marcos da tecnologia possam tornar a logística algo cada vez mais dinâmico, transportar uma carga entre continentes exige experiência, conhecimento e contatos nacionais e internacionais. Para imprimir inteligência a esse negócio, o ideal é contratar um agente de cargas (freight forwarder), empresa ou profissional que tem todas as condições de alocar sua carga – tanto em termos de serviço como de valores – poder de negociação e atendimento customizado para cada cliente.

 

O agente de cargas está apto a fornecer todo o follow-up da carga de forma mais efetiva, coordenando desde a coleta na fábrica até a entrega no destino, e utilizando vários fornecedores para efetivar tal movimentação. Os serviços oferecidos aos importadores e exportadores compreendem a contratação de frete internacional e nacional junto às agências marítimas, companhias aéreas e demais transportadores.

 

Outros serviços envolvidos no transporte marítimo também são prestados pelos agentes de carga, como coordenação, consolidação e desconsolidação de cargas; armazenagem e distribuição de mercadoria; assessoria nas questões aduaneiras e fiscais; contratação de seguro; coleta e serviços logísticos. A maior responsabilidade deste profissional, no entanto, é buscar soluções logísticas dentro do mercado como, por exemplo, ter mais de uma opção de embarque para movimentar a carga quando o cliente precisa.

 

Quando utiliza o serviço do agente de carga, o cliente busca aperfeiçoar sua operação e evitar que problemas aconteçam. Em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, é fundamental ter uma equipe qualificada e motivada para que o serviço oferecido seja satisfatório. A qualidade da mão de obra permite ao agente de carga desenvolver o seu trabalho com segurança, gerir informações assertivas com velocidade e trazer um serviço customizado para aumentar a competitividade dos clientes no mercado.

 

* O autor é coordenador comercial da Allog International Transport

 

Aprenda Comércio Exterior
whatsapp: 31 98411.8218

Como funciona o Drop Shipping, porque é considerado irregular

O sistema considerado como drop shipping é um sistema de importação irregular do ponto de vista da Receita Federal.

Neste sistema existe uma pessoa física aqui no Brasil que tem contato com um fornecedor no exterior (que pode ser uma pessoa física também).

Esta pessoa física cria um site ou divulga os produtos a preços muito baixos em sites de compras e recebe o pagamento diretamente de clientes no Brasil. Depois que receber o pagamento do cliente no Brasil, paga o fornecedor no exterior e pede para o fornecedor no exterior enviar as mercadorias diretamente para o cliente final no Brasil que terá que pagar impostos na importação e que teoricamente é o importador.

Do ponto de vista da legislação brasileira este tipo e importação é uma fraude pelos seguintes motivos:

1- A pessoa física não pode realizar importação com finalidade comercial e a pessoa física não tem uma empresa constituída para fazer isso.

2- Mesmo que você tenha uma empresa, você não pode pagar uma pessoa física no exterior como seu fornecedor e nem pode pagar uma empresa no exterior e depois pedir para ela enviar a mercadoria diretamente para seu cliente final no Brasil.

Sempre que você compra uma mercadoria ou faz o pagamento para a conta de uma pessoa física no exterior, esta mercadoria é considerada usada e mercadorias usadas são proibidas de serem importadas, salvo raras exceções e sempre com licença de importação prévia.

Quando se faz a importação de forma legal e profissional como pessoa jurídica, a própria empresa importadora realiza o processo de despacho aduaneiro em seu nome e recolhe todos os impostos na importação.

3- Existe ocultação do real comprador e do real vendedor das mercadorias.

4- Quem vende o produto no Brasil não emite nota fiscal, não recolhe tributos,  não dá garantias legais e não realiza o processo de importação tradicional.

Este tipo de importação irregular está sujeito a diversos processos na justiça, tanto a nível cível, como a nível criminal, portanto não é um processo de importação considerado regular e correto pela legislação brasileira.

Se você tem interesse em importar produtos com finalidade comercial, você deve constituir uma empresa, que pode ser inicialmente um microempreendedor individual ou uma microempresa.

Algumas vantagens de fazer a importação como pessoa jurídica, da forma legal e profissional são as seguintes:

– Fazer tudo legalmente de acordo com a legislação brasileira

– Não sonegar impostos

– Não ser autuado pela Receita Federal e pela Receita Estadual

– Não ser processado pelo governo

– Fazer tudo da forma legalmente certa

– Poder emitir nota fiscal para seus clientes

– Poder divulgar seu serviço e seus produtos normalmente

Aprenda importar legalmente e profissionalmente!

Contato:

www.cursosdecomercioexterior.com.br

Whatsapp: 31 98411.8218

Porto de Santos bate recorde

O Porto de Santos bateu seu recorde de movimentação de cargas no mês passado, quando escoou 11,39 milhões de toneladas. O resultado é 0,3% maior do que a marca anterior, de 11,36 milhões de toneladas, obtida em agosto do último ano. O crescimento se deve, principalmente, ao aumento nas exportações, em especial as das cargas agrícolas, consequência da safra recorde registrada pelo País.

Considerando o total de cargas operadas nos primeiros cinco meses do ano, o complexo marítimo movimentou 50 milhões de toneladas, 4,4% a mais do que no mesmo período do ano anterior.

Analisando apenas o transporte de contêineres, em tonelagem, houve uma queda de 2,2% no mês, que fechou com 3,53 milhões de toneladas. Em quantidade, a redução é menor, de 0,8%, com 308,4 mil TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés). No acumulado de janeiro a maio, porém, houve um crescimento de 7,9% em peso (16,87 milhões de toneladas) e de 4,5% em quantidade (1,45 milhões de TEU).

Esses dados integram o balanço operacional do Porto de Santos em maio e foram divulgados na manhã de ontem pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), empresa controlada pelo Governo Federal e que administra o complexo marítimo.

De acordo com o levantamento, no último mês, as exportações do cais santista chegaram a 8,54 milhões de toneladas, 12,8% a mais do que em maio de 2016. A maior parte era do complexo soja (grãos e farelo), que somou 3,38 milhões de toneladas, com uma alta de 17,3%. Em seguida, está o açúcar (tanto em contêineres como a granel), com 2,26 milhões de toneladas, 25,7% a mais.

As importações cresceram 1,1% em maio, em relação ao mesmo mês de 2016, atingindo 2,85 milhões de toneladas. Entre as cargas desembarcadas, os destaques foram o óleo diesel e o gasóleo, com 242,3 mil toneladas (85,8% a mais), e o adubo, que registrou 219,6 mil toneladas, uma queda de 31,7%, segundo os dados mensais da Codesp.

Em relação ao movimento de navios escalando no Porto em maio, o levantamento da Companhia Docas aponta que 406 embarcações estiveram no complexo, três a mais (0,7%) do que nesse mês, no ano passado. No acumulado do ano, porém, houve uma queda de 28 cargueiros (1,4%). Foram 1.969 neste exercício, contra 1.997 em 2016.

Essa queda e o aumento na movimentação mostram que, em média, os navios que vem a Santos estão carregando mais cargas por viagem.

Fonte: A Tribuna

Operadora lança ferramenta para monitorar cargas em Santos

Monitorar, em tempo real, todas as etapas do processo logístico. Este é objetivo de uma ferramenta criada pela operadora portuária Santos Brasil para que importadores, exportadores, agentes de carga e despachantes aduaneiros possam acompanhar as operações nas instalações da empresa no Porto de Santos.

Inédita na região, a novidade pode ser acessada no Portal do Cliente, no endereço eletrônico da operadora http://www.santosbrasil.com.br/tecon-santos-sistemas. A ideia da empresa é trazer ganhos de competitividade para seus clientes, apresentando os dados de performance de modo mais transparente.

O serviço está disponível para as operações do Terminal de Contêineres (Tecon) e para os Centros Logístico e Industrial Aduaneiro (Clias) de Santos e Guarujá. A ferramenta, que demorou cerca de nove meses para ser produzida, ainda oferece relatórios quantitativos de contêineres e carga solta.

De acordo com o diretor comercial de Operações Logísticas da Santos Brasil, Wagner Toffoli, antes, as informações sobre os processos logísticos da empresa eram apresentados de forma reativa, com indicadores mensais. Agora, com a ferramenta, os detalhes podem ser conferidos em tempo real pelos responsáveis pelas cargas.

O portal foi customizado de acordo com a necessidade de cada cliente. Entre as informações que podem ser monitoradas, estão os tempos de carregamento, de desova e de armazenamento. Segundo a Santos Brasil, o conteúdo pode ser extraído por etapas ou em um arquivo único. Sua atualização ocorre a cada seis horas, permitindo um monitoramento diário, se necessário.

“Suponha que o navio chegou no Porto de Santos e descarregou no nosso terminal. A partir daí, já visualizando essa previsão de atracação do navio, o cliente começa a ter acesso às informações. A descarga do contêiner, a presença de carga, eventualmente se o contêiner receberá outro serviço adicional, como desova, toda a etapa de A a Z do serviço prestado pela Santos Brasil está dentro desse novo serviço. Há um menu em que o cliente pode medir a performance da empresa nesse item de serviço ou em todos”, explicou o diretor comercial de Operações Logísticas.

Distância

Segundo Toffoli, logo no início das atividades do portal, na última quinta-feira, até clientes que estão fora do País passaram a utilizar o novo serviço desenvolvido pela Santos Brasil. Exportadores mexicanos estão entre eles.

“A gente entende que, ao disponibilizar a nossa performance, a medição dela, de uma forma tão clara e imediata para os clientes, isso nos puxa para cima. Eventualmente, em qualquer desvio, há uma forma mais rápida de serem tratados os processos de melhoria. A gente acha que isso nos desenvolve. Olhando para os clientes, ajuda a melhorar o planejamento logístico e todo o processo de compras, estoque. Naturalmente, reduz custos para o cliente”, explicou o diretor da operadora Santos Brasil.

http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/porto%26mar/operadora-lanca-ferramenta-para-monitorar-mercadorias/?cHash=b7cc11e4683fd670a2a14af8fa75a923

Uso de isotank e flexitank tem demanda aquecida no Brasil

isotank

A utilização de isotanks e flexitanks cresceu 18% entre os clientes da Allog International Transport no ano passado, com previsão de manter o avanço na casa de dois dígitos (entre 20% e 30%) em 2017

Considerada uma forma simples, rápida e econômica para transportar granéis líquidos em mais de um modal de transporte, os isotanks e flexitanks aperfeiçoam o sistema de logística e tem demanda aquecida no Brasil. Desenvolvidos para o transporte de materiais variados, os equipamentos se adequam a qualquer modal. A Allog International Transport utiliza os equipamentos para transporte de produtos como glicerina, óleos, ácido, lubrificantes e produtos químicos desde 2008 e já sente crescimento da procura.

Em 2016, a utilização de isotanks e flexitanks cresceu 18% entre os clientes da empresa, com previsão de manter o avanço na casa de dois dígitos (entre 20% e 30%) em 2017. Como regra geral, a demanda de contêineres tanques aumenta em um múltiplo de 1,5 vezes a taxa de crescimento do PIB dos países emergentes, de acordo com a Drewry Maritime Research.

​Destinado prioritariamente a produtos químicos, gases e líquidos em geral, o isotank é bastante seguro e prático para o transporte doméstico, internacional ou armazenamento de cargas. O analista de produto da Allog, Rodrigo Portes, explica que o sistema isotank traz diferentes benefícios para a logística e o Brasil conta com estrutura profissional, com ampla disponibilidade de equipamentos, diversos fornecedores, tarifas flexíveis, segurança e otimização de custo. “O próprio isotank pode ser levado até a unidade para coleta do produto, não sendo necessário utilizar um veículo para isso, evitando assim custos com transbordo. Funciona também como ótimo recurso para armazenagem”, destaca.

Existem diversos padrões de isotanks no mercado, sendo alguns destinados apenas ao transporte de cargas alimentícias e outros para transporte de cargas químicas e perigosas. Rodrigo explica que a vantagem da utilização deste tipo de equipamento é garantir a segurança durante todo o transporte (ponta a ponta), assegurando que o produto não sofra interferências na qualidade, preservando assim a integridade do mesmo.

Já o Flexitank, além de oferecer segurança e baixo custo, é ecologicamente correto – depois de utilizado, é descartado com orientação dos órgãos regulamentadores. Fácil de armazenar, não ocupa muito espaço e tem maior capacidade de carga se comparado a tambores.

Frota

De acordo com a Drewry Maritime Research, os contentores secos (standard e especiais) correspondem a 93% do volume total no mundo, reduzida em 2012 para 89% da frota mundial. Outros 7% estão divididos entre recipientes reefers isolados e tanques. Reefers compõem aproximadamente 6.25% da frota global. Tanques para o transporte de vários líquidos ocupam os restantes 0,75%.

O que é Isotank: tipo de contêiner em formato cilíndrico, projetado para transporte de cargas líquidas (alimentos e químicos). A densidade do produto é que vai denominar quantos litros/tonelagem podem ser estufados. Em alguns casos, onde o destino da carga é um lugar com temperaturas mais baixas, é necessário utilizar o equipamento (heating) para conseguir retirar o conteúdo. Cada isotank possuí um certificado próprio, que atesta a qualidade e finalidade do equipamento. Este certificado deve estar atualizado para embarque.

Flexitank: bolsa extremamente resistente utilizada para embarque dentro de um contêiner. O equipamento precisa ser vistoriado por um profissional especializado para selecionar os contêineres em bom estado. Após a seleção, é feito o “fitting”, que seria a montagem do flexitank dentro do contêiner. Essa montagem precisa ser efetuada por profissionais capacitados, assegurando que o flexitank não tenha atritos com o contêiner, evitando assim eventuais furos ou danos.

Fonte:Buriti Jornalistas Associados

Projeto em estudo em Itajaí, Navegantes e Santos pode ajudar a aumentar a competitividade dos portos brasileiros

O governo quer reduzir custos e aumentar a competitividade dos portos brasileiros através do Projeto “Análise de intervalos de tempos de trâmites processuais e de movimentação de cargas na exportação e na importação pelo modal marítimos”, em execução dos portos de Itajaí e Navegantes (SC) e Santos (SP). O projeto é uma iniciativa da Aliança Procomex, em parceira com o Mistério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MIDC), Unesco e Receita Federal. Posteriormente, deverão ser elaboradas propostas para melhorar e facilitar os processos de importação e exportação no país. Em Itajaí, a Allog International Transport é uma das empresas convidadas a participar do estudo.

Segundo o coordenador executivo do Instituto Aliança Procomex, John Mein, depois das melhorias de processo com a introdução do Portal Siscomex – lançado em março deste ano – as próximas grandes oportunidades de aumento da competitividade dos produtos brasileiros nos mercados internacionais passam pela melhoria dos processos nos pontos de fronteira. “Assim como o Procomex colaborou para o desenho do portal, estará colaborando para a identificação das oportunidades de melhoria de processos em dois dos principais portos brasileiros”, pontua.

Neste primeiro momento, o projeto está analisando os tempos de exportação e importação nos terminais locais com foco nos portos brasileiros. Nos portos de Itajaí e Navegantes estão sendo trabalhados os fluxos atuais de exportação e importação de cargas em contêiner. Nesses, diversos subprocessos, como a devolução de embalagem de madeira com ocorrências e o despacho antecipado na exportação estão sendo abordados. Quaisquer oportunidades de melhorias vinculadas à Receita Federal, Secex, Mapa, Anvisa e Ibama poderão ser mencionados.

Com o resultado do cruzamento de informações, o Instituto Procomex elaborará um relatório que será entregue à Unesco e aos órgãos federais envolvidos no trabalho. O conteúdo também será enviado às empresas envolvidas no estudo de acordo com a sua participação. “O envolvimento das empresas do setor ajuda a deixar o debate mais tangível sobre o que realmente acontece no mercado”, explica o diretor de operações da Allog, Rodrigo Hauck.

O coordenador da Aliança Procomex explica que existem outros projetos, ainda não confirmados, para trabalhar com outros portos e regiões do país. Entre eles, destaca-se a multiplicação do trabalho que está sendo realizado em Itajaí/Navegantes e Santos em outros cinco portos, mas que depende de viabilidade financeira. “A missão da Aliança Procomex é contribuir com a melhoria dos processos do comércio exterior no Brasil”, completa John Mein.