Substâncias e Cargas Perigosas para transporte marítimo: Informações

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Classe 1: Explosivos

Classe 2: Gases

Classe 3: Líquidos inflamáveis

Classe 4: Sólidos inflamáveis, substâncias que podem ocasionar combustão espontânea e substâncias que, em meio aquoso, podem emitir gases inflamáveis

Classe 5: Substâncias oxidantes e peróxidos orgânicos.

Classe 6: Substâncias infectantes e tóxicas

Classe 7: Material Radioativo.

Classe 8: Substâncias Corrosivas.

Classe 9: Diversas substâncias/Miscelâneos.

DCA – Dangerous Cargo Application: Documento que contém as informações básicas da carga, como sua classificação, periculosidade, peso bruto, flash point , Proper Shipping Name.

FICHA DE EMERGÊNCIA: É um guia de procedimentos destinado às equipes de atendimento a emergência quando da ocorrência de um acidente de transporte e deve ser elaborada segundo uma norma específica da ABNT.

CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DAS EMBALAGENS: Todas as embalagens devem ser específicas e aprovadas segundo critérios estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

FISQP: Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico.

MSDS: Ficha de Dados de Segurança – Inglês Material Safety Data Sheet.

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Operação com segundo maior avião de carga do mundo é realizada no Brasil

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Por meio do ANTONOV 124, a DC Logistcs Brasil realizou o transporte de carga de grandes dimensões e peso extra para o Reino Unido.

A DC Logistics Brasil trouxe para o País a aeronave Antonov 124, o segundo maior avião de carga do mundo. O AN-124, como é chamado, é destinado para o transporte de cargas extradimensionadas e pesadas. “É uma aeronave que possui um custo operacional muito alto, por isso, é usado apenas em situações de extrema urgência onde a carga não cabe em nenhum outro avião de cargas que tenha fluxo regular naquela determinada rota”, destaca Dimitri Mattos, Trade Lane Developer – Project Specialist, da DC Logistics Brasil.

A operação com o avião foi apenas uma parte da logística que começou com diversas reuniões e conferências com toda equipe envolvida, cerca de 20 pessoas ao todo. “O projeto durou cerca de 90 dias de planejamento, e a execução durou ao todo seis dias do início do manuseio na planta do cliente ao destino final”, comenta Mattos.

O embarque partiu do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), fazendo parada para abastecimento em Cabo Verde e com destino final o Reino Unido.

O especialista em projetos explica que a carga transportada tinha cerca de quatro metros de altura e aproximadamente 40 toneladas. Devido principalmente à altura, a carga só coube no ANTONOV 124.

A DC Logistics Brasil foi responsável pela coordenação de todos os serviços no Brasil, desde a retirada da carga na planta do exportador, até a colocação dentro da aeronave. “Nós contratamos a transportadora, o material especial para amarração da carga, surveyor e guindaste. Cada movimento da carga foi monitorado pela nossa equipe, sempre usando material inspecionado e certificado, tendo em vista que a carga é sigilosa, de alto valor e sensível”, ressalta Dimitri.

Com base nisso, foi desenvolvido o método de embarque, onde consta o planejamento do transporte, com datas e horas de ocorrência, incluindo as possíveis eventualidades e soluções para cada uma delas. “Todo este plano é feito para o sucesso da operação”, finaliza Mattos.

Fonte: Presse

Sistema MANTRA Carga Aérea

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O Sistema Integrado de Gerência do Manifesto, do Trânsito e do Armazenamento – Mantra, destina-se ao controle informatizado das cargas procedentes diretamente do exterior e das procedentes de trânsito aduaneiro, desde a sua chegada até a sua saída da zona primária, nos aeroportos internacionais do país.

Entende-se por:

FiguraMarcador Carga de armazenamento: aquela que permanecerá no recinto alfandegado sob custódia do depositário.

FiguraMarcador Carga pátio: aquela que permanecerá em local próprio, sob controle aduaneiro e sem armazenamento, no aguardo do desembaraço para movimentação imediata.

FiguraMarcador Local Mantra: recinto alfandegado (armazém, terminal, pátio etc.) controlados pelo Sistema Mantra.

FiguraMarcador Local não-Mantra: recinto alfandegado (seja de zona primária ou secundária) não controlado pelo Sistema Mantra.

manifestação da carga é o procedimento pelo qual o transportador, antes da chegada do veículo em aeroporto internacional, informa no sistema as cargas procedentes diretamente do exterior ou em trânsito aduaneiro, com a finalidade de:

FiguraMarcador identificar o veículo transportador e sua previsão de chegada;

FiguraMarcador identificar e quantificar cargas no sistema; e

FiguraMarcador constituir o manifesto informatizado (rol de conhecimentos do veículo destinados ao aeroporto), sobre o qual se controlará a descarga, permanência e saída da carga.

informação da carga de trânsito é o procedimento pelo qual o transportador de cargas em trânsito aduaneiro informará ao Sistema Mantra os dados da carga já constantes do Siscomex Trânsito, no caso do trânsito aduaneiro de recinto de origem não-Mantra para recinto de destino Mantra.

No caso de trânsito de origem Mantra para destino Mantra, o sistema gera automaticamente a manifestação de carga para o destino, não necessitando nova informação dos dados da carga, os quais já haviam sido inseridos na chegada da carga do exterior.

Registro da chegada efetiva é o procedimento pelo qual o transportador, ou, na sua ausência, a RFB, registrará, no sistema, a chegada efetiva do veículo aéreo ou rodoviário.

O registro da chegada deverá ser efetuado tanto para veículos procedentes diretamente do exterior, quanto para veículos que transportem cargas em trânsito aduaneiro.

Informada a chegada do veículo, o sistema automaticamente gera o número do termo de entrada (TE), que passa a identificar o manifesto informatizado.

armazenamento é procedimento pelo qual o depositário informa no sistema os dados da carga que esteja sob sua custódia.

No registro do armazenamento, o depositário procede à conferência da carga recebida para armazenamento e informa, no sistema, quantidade, peso e eventual avaria da carga.

encerramento do armazenamento é a declaração do depositário de que toda a operação de armazenamento foi concluída, ou seja, que nada mais tem a informar com relação ao recebimento daquela carga.

Encerrado o armazenamento, o sistema procede ao batimento automático dos dados do armazenamento com os dados de informação da carga prestados pelo transportador, de forma a identificar os casos de falta, excesso ou avaria.

No caso de divergência, o transportador pode concordar com a informação (função “avaliza sem ressalva“) ou discordar dela (função “avaliza com ressalva“).

A RFB toma ciência da divergência detectada (função “visa“), que pode ser objeto de procedimento específico, tal como vistoria aduaneira ou conferência final de manifesto.

No caso de carga sem divergências, o “avaliza” e o “visa” serão automáticos.

Indisponibilização da carga é o procedimento de segurança que permite bloqueá-la no sistema até a análise da RFB, impedindo que seja submetida a despacho ou entregue.

A indisponibilização da carga é efetuada pela RFB, ao detectar indícios de infração, ou automaticamente, pelo sistema, caso sejam detectadas divergências ou inconsistências entre as informações prestadas pelo transportador e pelo depositário.

A carga pode ser redisponibilizada tanto pela RFB, após avaliação e saneamento dos indícios detectados, como pelo sistema, quando cumpridas as condições exigíveis para a redisponibilização.

No momento do registro da DI, ocorre a vinculação da carga disponível à declaração, evitando que uma mesma carga seja vinculada a mais de uma declaração.

O desembaraço realizado no Siscomex é informado automaticamente ao Mantra, autorizando a entrega da carga.

Fonte: SRF

Meta sobre emissões de gases na navegação pode prejudicar comércio exterior brasileiro

O setor industrial está preocupado com a meta estabelecida pela Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês) de reduzir 50% das emissões de gases de efeito estufa na navegação internacional até 2050. Isso porque a medida poderá aumentar o custo de transporte de produtos por navios, o que poderá afetar significativamente o comércio do Brasil com outros mercados. Entre os setores mais afetados estão o de mineração e a agroindústria.
 
O assunto esteve entre os debates da reunião do Conselho Temático de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Coemas) da Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizada nesta segunda-feira (24), em Brasília.
 
Especialistas apontam que os países da União Europeia devem ser os menos afetados com a medida, já que a navegação internacional tem peso menor no comércio exterior dos produtos da região. Em vez de meta global para a navegação marítima, a indústria brasileira acredita que é mais relevante gerar incentivos para aumentar, principalmente, a eficiência energética.
 
“Trata-se de uma guerra comercial e não ambiental”, destacou o gerente-geral de Meio Ambiente Corporativo da ArcelorMittal Brasil, Guilherme Correa Abreu.
 
De acordo com Alberto Pereira Nogueira, capitão de Mar e Guerra da Marinha do Brasil, representante do país na IMO, organismos internacionais estimam que as emissões de gases de efeito estufa da navegação internacional poderão crescer entre 50% a 250% até 2050.
 
Para mensurar os impactos das medidas para redução das emissões, Nogueira defende a realização de estudos técnicos para serem apresentados na IMO. “Inclusive, o Instituto Brasileiro de Mineração e a Universidade de São Paulo estão produzindo um inventário das emissões marítimas. A partir daí, é preciso analisar o impacto das medidas da IMO na economia brasileira”, destacou.
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O secretário da Divisão de Mudança do Clima do Ministério das Relações Exteriores, Luiz de Andrade Filho, afirmou que a navegação, que representa 80% do comércio internacional, é responsável por 2,2% emissões de CO2. “Esse nível de emissões é considerado baixo. É o equivalente às emissões da Alemanha”, disse.
 
Eficiência energética
 
José Magri, representante do Fórum de Meio Ambiente do Setor Elétrico, falou do papel do setor elétrico no cumprimento dos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS). Para ele, o Brasil tem oportunidade de se destacar na área de eficiência energética, sobretudo no setor de transportes e aumento no uso de energias renováveis, como solar, eólica e biomassa. “O setor elétrico tem a oportunidade de contribuir na área climática, com a redução das emissões de gases de efeito estufa”, declarou.
 
De acordo com dados do Ministério de Minas e Energia, na última década houve crescimento significativo da participação de projetos de geração de energia eólica e solar. Enquanto em 2007 as fontes eólicas representavam apenas 0,20% da matriz elétrica e a solar era nula, em 2017 a geração eólica representou 7,85% e a solar subiu para 0,59% da matriz.
 
“Outra importante questão é que o setor elétrico pode alavancar de forma significativa os ODS por projetos estarem localizados, principalmente, em regiões com baixo índice de desenvolvimento humano”, destacou Magri.
 
Bioeconomia
 
Outra oportunidade para o Brasil é apostar no avanço da bioeconomia, sobretudo pela vocação do País para o agronegócio, por ser referência em pesquisa em agricultura tropical, ser pioneiro em políticas para biocombustíveis e por contar com a maior biodiversidade do mundo. Essa é a avaliação de Bruno Nunes, coordenador-geral de Bioeconomia do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, durante a palestra Políticas e Programas Brasileiros de Bioeconomia. “Embora bioeconomia não seja uma novidade para o Brasil, falta uma melhor coordenação das ações”, afirmou.
 
Entre as iniciativas de destaque para apoiar o setor de bioeconomia, segundo Nunes, estão os Institutos de Inovação de Biomassa, Biossintéticos e Biotecnologia, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), que contam com mais de 150 projetos em execução. Além disso, ele mencionou a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), que conta com linhas de ação em bioeconomia como processamento de biomassas, química de renováveis e química verde.
 
(*) Com informações da CNI (Comex do Brasil)
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Simplifica Fretes

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A Simplifica Fretes é uma empresa que fornece soluções tecnológicas para o setor logístico aduaneiro e de movimentação de cargas, utilizando de ferramentas web (plataforma online) para atingir as empresas auxiliando nas cotações e contratações de fretes rodoviário aduaneiro (Importação e Exportação), proporcionando agilidade e segurança nas operações, e economia em recursos para as empresas e transportadoras.

1º. Redução de custos logísticos no transporte rodoviário.

2º. Previsibilidade sobre seus processos e resultados finais no custo de seus produtos.

3º. Melhor gestão de suas operações diminuindo os seus riscos operacionais.  

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